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Riscos conhecidos internos voltam a derrubar a bolsa



 

De forma recorrente, o mercado brasileiro tem sofrido com incertezas no campo político, concretização das reformas no campo parlamentar e no jurídico, com a instabilidade de decisões e interferências nos outros Poderes.

O mercado é um ambiente ativo, organismo vivo e reflete rapidamente a certezas e incertezas das realidades e expectativas decorrentes delas.

O termo “aversão a risco” deve-se entender como proteção qualificada, resultando em ações que visam a defesa contra fatores, imponderáveis ou mesmo ponderáveis, que acentuam o grau do limite da “legítima” defesa. No mercado, na economia, diferentemente do campo do direito, a defesa não é condena por excessos. A responsabilidade fica por conta do agente ou dos agentes agressores que provocaram a defesa.

As oscilações da Bolsa de Valores, que, embora, sofra também influência externa, tem sido muito mais provocada por ambiente interno hostil a concorrência, a privatizações, a reformas do sistema administrativo da burocracia e pela falta de sobriedade no campo político e jurídico.

Neste momento, por volta das 14h35, o Ibovespa opera em queda acentuada de -1,79%.

É um péssimo indicador para se iniciar uma semana de trabalho.

Sobre o Colunista

Carlos Dias

Analista político. Especialista em Política e Estratégia pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra. Escritor, Jornalista e Filósofo independente. Membro Honorário da Academia Brasileira de Filosofia. Membro do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos - CEBRES.

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