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Saúde destina recursos visando ações para gestantes e puérperas no Brasil

Reprodução


O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira (16) a destinação de R$ 247 milhões aos estados e municípios para ações direcionadas às gestantes e puérperas.

De acordo com o órgão, o valor contribuirá para o tratamento das mulheres que forem identificadas com síndrome gripal, síndrome respiratória aguda grave, com suspeita ou confirmação de Covid-19.

“A qualificação das ações em todos os pontos da rede de atenção à saúde, no contexto da pandemia de coronavírus, inclui o suporte ao distanciamento social daquelas que não possuam condições para realização de isolamento domiciliar e a qualificação das ações de atenção ao pré-natal odontológico realizadas na Atenção Primária à Saúde (APS)”, afirmou a assessoria de imprensa do Ministério.

O secretário da Atenção Primária à Saúde (Saps), Raphael Parente, reafirmou o compromisso do Ministério da Saúde com o cuidado das gestantes e puérperas, além dos esforços para a redução da mortalidade materno-infantil.

“Por isso reforçamos, com crédito substancial, o apoio aos estados e municípios, onde efetivamente a atenção à saúde da gestante e puérpera acontece. Essa ação destina-se a potencializar o atendimento pré-natal durante a pandemia, que não deve ser interrompido, e garantir que toda gestante seja testada no final da gestação, como recomenda o manual de recomendações para a assistência à gestante e à puérpera frente à pandemia de covid-19”, declarou.

Além dos recursos que visam a assegurar a qualidade dos atendimentos da Rede de Atenção à Saúde no pré-natal, o Governo Federal ainda destinou uma verba especial para o pré-natal odontológico.

Os estados e municípios receberão os valores de modo automático e em parcela única do Fundo Nacional de Saúde (FNS).

A fiscalização da aplicação dos recursos será feita por meio do Relatório Anual de Gestão (RAG).

“Com esse valor, damos condições para que as prefeituras consigam identificar gestantes que precisem de apoio para isolamento e fiquem acomodadas em hotéis, assim como reforçamos o orçamento da saúde para garantir que não falte leitos de terapia intensiva para as gestantes e puérperas”, destacou o diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do MS, Antônio Braga Neto.

O ministério ainda traçou uma série de diretrizes para os governadores e prefeitos, entre elas, as recomendações da pasta sobre vacinação na gravidez e puerpério; a divulgação da evolução mais grave da doença diante das novas variantes do vírus; o incentivo ao isolamento vertical de grávidas; a promoção do treinamento das equipes entre outras.

Com informações: Ministério da Saúde.

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