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Senado do Arizona nos EUA fará recontagem manual de votos no condado de Maricopa

AP Images; Ilustração Variety


O Senado do Arizona deve iniciar na próxima quinta-feira (22) a auditoria de mais de dois milhões de votos das eleições de 2020 no condado de Maricopa, o maior do estado. O anúncio foi feito hoje (17) pela presidente do Senado, Karen Fann, ao site Just the News.

Em março o Senado já havia divulgado que conduziria uma auditoria ampla e detalhada, com testagem de urnas eletrônicas, verificação de cédulas, busca por violações de TI e recontagem manual dos votos.

As intimações estaduais necessárias para a execução da auditoria estão pendentes desde meados de dezembro e foram julgadas válidas em 25 de fevereiro.

De acordo com a presidente do Senado, os republicanos do estado enfrentaram “sabotagem” do Conselho de Supervisores do condado de Maricopa e por isso o processo eleitoral ficou prejudicado.

“O Conselho de Supervisores de Maricopa se recusou a permitir que realizássemos a auditoria em suas instalações e chegou a se recusar até mesmo a responder a perguntas simples como por exemplo ‘como as cédulas são recolhidas?’”, disse Karen Fann.

Ainda de acordo com ela, a Casa levou dois meses e meio para vencer no tribunal o direito de fazer intimações para auditar materiais eleitorais. Outras seis semanas foram necessárias para selecionar a equipe de auditoria.

Segundo as informações da Epoch Times, a auditoria será realizada por quatro empresas de fora do estado: Wake Technology Services, CyFIR, Digital Discovery e Cyber ​​Ninjas. A empresa de segurança cibernética, com sede na Flórida, Cyber ​​Ninjas, estará liderando a auditoria.

Para a auditoria, o Senado alugou a arena Arizona Veterans Memorial Coliseum, em Phoenix. A senadora Karen Fann disse que queria usar espaços no condado de Maricopa, mas o pedido foi recusado. Ainda de acordo com ela, haverá transmissão ao vivo do processo.

Fann observou que o Senado do Estado do Arizona e os auditores não têm uma expectativa particular sobre os resultados. “Estamos realizando uma auditoria forense completa para dissipar as preocupações dos nossos eleitores. Se algum problema for descoberto, devemos consertá-lo antes da próxima eleição”, disse ela. “Nunca acusamos ninguém de fraude ou má conduta, seja hardware, software ou ações de cunho pessoal”, acrescentou.

O relatório deve ser divulgado em cerca de dois meses.

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