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Sérgio Cabral é condenado a mais 19 anos, somando 321 anos de prisão



Nessa última quinta-feira (26/11), o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, de acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), foi condenado pela 16.ª vez por crimes investigados pela Operação Lava Jato. Dessa vez, o juiz Marcelo Bretas condenou Cabral a 19 anos e 9 meses de prisão por corrupção passiva, somatizando uma pena total de 321 anos, 1 mês e 18 dias de prisão.

As acusações desta vez são referentes às atividades entre os meses de julho de 2010 e outubro de 2016, quando foram feitas 203 “contribuições” financeiras para o então governador Cabral e políticos. O montante desse período é equivalente a R$ 144,7 milhões.

Segundo o juiz Marcelo Bretas, a culpa de Cabral é elevada, visto que ele foi  “o principal idealizador dos esquemas ilícitos perscrutados nestes autos e assim agiu valendo-se da autoridade conquistada pelo apoio de vários milhões de votos que lhe foram confiados. Mercantilizou a função pública obtida por meio da confiança que lhe foi depositada pelos cidadãos do Estado do Rio de Janeiro, razão pela qual a sua conduta deve ser valorada com maior rigor do que a de um corrupto qualquer”.

Em nota, a defesa de Sérgio Cabral se manifestou contra a sentença. “A defesa não concorda que o Sr. Sérgio Cabral, na qualidade de colaborador da Polícia Federal, seja condenado à pena máxima”.

Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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