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Câmara dos Deputados

Sérgio Reis e Otoni de Paula são alvos da PF



 

O cantor Sérgio Reis e o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) são alvos de uma operação da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (20). A finalidade é investigar a suposta “incitação a atos violentos e ameaçadores contra a democracia”.

No total, são 29 mandados judiciais expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que atendem a um pedido da subprocuradora Lindôra Araújo, da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Agentes da PF estiveram em pelo menos quatro endereços no Rio de janeiro e em Brasília ligados ao cantor e na casa e no gabinete do parlamentar.

O ministro Alexandre de Moraes determinou que os alvos da operação deflagrada não se aproximem a menos de um quilômetro da Praça dos Três Poderes, em Brasília.

A decisão só não vale para o deputado Otoni de Paula. Moraes entendeu que, por ele ser parlamentar, tem a prerrogativa de frequentar o Congresso.

Na decisão em que autorizou busca e apreensão em endereços de suspeitos de planejar “atos antidemocráticos” para o próximo dia 7, Alexandre de Moraes bloqueou, a pedido da PGR, uma chave Pix que estaria sendo usada para receber doações para bancar as manifestações. As informações são da Veja.

Segundo o pedido da PGR enviado a Moraes, uma associação civil denominada “Coalização Pró-Civilização” tem recebido transferências bancárias com uma chave Pix na qual figura o domínio do site “Brasil Livre”.

O jornalista Bernardo Küster comentou no Boletim da Manhã dessa sexta-feira (20) sobre a “criminalização de antemão”.

“Então, assim como eles culparam o Trump na mídia – apesar de Trump ter sido inocentado no Senado e na Câmara de ser o culpado pelo 6 de janeiro -, agora, eles estão querendo criminalizar de antemão as pessoas (foi o que fizeram com o Sérgio Reis, Zé Trovão, Otoni de Paula), criaram os culpados antes, Allan, eu, vocês do Terça etc., querem calar os influenciadores que estão chamando para a rua porque nós damos voz a esse movimento e obviamente, depois prender, perseguir ou destituir o presidente Bolsonaro do poder e prender todos sem crime nenhum para evitar as eleições do ano que vem”, disse.

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