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Sidney Powell sugere que Trump acione Ordem Executiva de 2018 sobre interferência estrangeira nas eleições



A advogada Sidney Powell afirmou que a evidência de que houve interferência estrangeira nas eleições de 3 de novembro é mais do que suficiente para acionar a ordem executiva do presidente Donald Trump sobre a interferência estrangeira.

Em setembro de 2018, Trump assinou uma ordem executiva que diz: “No máximo 45 dias após a conclusão de uma eleição nos Estados Unidos, o diretor de Inteligência Nacional, em consulta com os chefes de qualquer outro departamento e agência (agências) executivas apropriadas, conduzam uma avaliação sobre quaisquer informações que indiquem que um governo estrangeiro, ou pessoa agindo como agente ou em nome de um governo estrangeiro, agiu com a intenção ou propósito de interferir nessa eleição”.

A ordem executiva dá Trump “todos os tipos de poder”, explicou Powell em entrevista à Epoch Times. “O presidente pode desde confiscar ativos até congelar coisas ou exigir o confinamento das máquinas”, referindo-se às urnas eletrônicas.

“Sob os poderes de emergência, ele poderia até nomear um promotor especial para investigar isso, que é exatamente o que precisa acontecer”, disse Powell.

“Cada máquina de votação no país deve ser apreendida agora. Francamente, há causa criminal provável mais do que suficiente para justificar isso, para qualquer pessoa que esteja disposta a lidar com a lei e os fatos puramente com base na verdade e não na política, ou ganância corporativa, ou riqueza global.”, afirmou a advogada.

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