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‘Sócio Oculto’: G1 faz ataque a um dos sócios do Terça Livre, sem apurar informações



Em mais uma tentativa desonesta de atacar o Terça Livre e seus colaboradores, o portal G1 de notícias publicou na última quarta-feira (03) uma matéria tendenciosa sobre Bruno Ayres, um dos sócios do CANAL TL PRODUÇÃO DE VÍDEOS E CURSOS.

‘Coincidentemente’ a matéria foi publicada no mesmo dia e alguns minutos após o banimento dos canais, Oficial e Reserva, do Terça Livre no YouTube.

Com o título “Planalto contrata sem licitação empresa de homem que se disse ‘sócio oculto’ de site pró-governo”, o G1 buscou maliciosamente aludir que a empresa de Bruno Ayres, a AYR – Ayres Serviços de Informação, estaria sendo beneficiada pelo governo.

A AYR provê a plataforma de tecnologia do Programa Nacional de Voluntariado e tem seu contrato firmado desde agosto de 2018, quatro meses antes de Jair Bolsonaro assumir a presidência do Brasil e dois meses antes do político vencer a eleição presidencial, no mês de outubro.

Segundo informações disponíveis no site do governo federal, o projeto do programa que Michele Bolsonaro tem atuação, o Pátria Voluntária, foi lançado somente em julho de 2019, com base no decreto 9.906. O Pátria Voluntária deu continuidade à plataforma de tecnologia utilizada pelo antigo programa Viva Voluntário, então capitaneado pela ex-primeira dama, Marcela Temer. Informações essas que os jornalistas do portal G1 não foram capazes de apurar.

Assemelhando-se o site morista ‘Antagonista’, que tem compartilhado da mesma narrativa desde o ano passado, o G1 igualmente conseguiu desfazer sua própria narrativa maliciosa em sua matéria.

“A contratação da AYR foi feita sem licitação com base no artigo da Lei de Licitações sobre “inviabilidade de competição”, afirmou o jornalista, que não quis assinar seu texto.

A lei em questão é a LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993, e prevê a contratação CONSTITUCIONAL no Art. 25, do Capítulo II que trata sobre a inexigência (ou dispensa) de licitações.

O empresário se manifestou através de nota nesta sexta-feira (05), explicando as informações não apuradas pelo G1.

“O governo está dando continuidade a um serviço tecnológico que vem sendo prestado desde 2018, portanto, tendo iniciado ainda no governo Temer”, declarou Bruno Ayres.

Ayres esclareceu ainda o serviço que a AYR presta, o que motivou a continuidade de sua contratação pelo Programa Nacional de Voluntariado.

“A contratação citada na reportagem foi feita por inexigibilidade de licitação porque o sistema utilizado possui um conjunto único de funcionalidades de gestão de voluntários que são imprescindíveis para a continuidade das atividades do Programa. Funcionalidades estas que foram desenvolvidas ao longo de 20 anos e fazem parte de um sistema proprietário da AYR Ayres Serviços de Informação LTDA”, disse.

O empresário ainda criticou o site que, motivado por sua oposição a Bolsonaro, insiste em taxar o Terça Livre como um site pró-governo.

“Definir o Terça Livre como um site pró-governo é conduta difamatória. O Terça Livre é o maior canal de mídia independente da América Latina e não recebe verba pública, direta ou indiretamente”, declarou em sua nota.

“Ao contrário da Rede Globo, da qual faz parte o G1, que recebeu mais de 10 bilhões de reais nos governos passados, como denunciado com a divulgação das planilhas do IAP – Instituto para o Acompanhamento da Publicidade”, completou.

Até o momento o portal de notícias G1, não esclareceu os pontos injuriosos de sua matéria.

Assista à explicação do jornalista Allan dos Santos em seu canal no Telegram: clique aqui.

Leia na íntegra a nota  de Bruno Ayres:

“Nota de Esclarecimento à reportagem do G1, intitulada: “Planalto contrata sem licitação empresa de homem que se disse ‘sócio oculto’ de site pró-governo”

1. O governo está dando continuidade a um serviço tecnológico que vem sendo prestado desde 2018, portanto, tendo iniciado ainda no governo Temer. A AYR Ayres Serviços de Informação LTDA. presta serviços ao Programa Nacional de Voluntariado desde agosto de 2018, trabalho este que esteve vigente até o mês de janeiro de 2021 e necessitou ser mantido devido a sua relevância para a operação do Programa.

2. A contratação citada na reportagem foi feita por inexigibilidade de licitação porque o sistema utilizado possui um conjunto único de funcionalidades de gestão de voluntários que são imprescindíveis para a continuidade das atividades do Programa. Funcionalidades estas que foram desenvolvidas ao longo de 20 anos e fazem parte de um sistema proprietário da AYR Ayres Serviços de Informação LTDA.

3. A empresa AYR Ayres Serviços de Informação não tem nenhuma relação com o Terça Livre. Ambas são iniciativas totalmente independentes e atuam em setores absolutamente distintos.

4. Bruno Ayres é também sócio do Terça Livre e não é oculto na sociedade, mas sim, figura como Sócio Participante em uma Sociedade em Contas de Participação, instrumento legal previsto no Código Civil (Art. 991). Um “Sócio Participante” é aquele que não tem poder de gerência sobre o negócio. O destaque ao termo “sócio oculto” tem o único objetivo de conotar ilegalidade e desabonar condutas.

5. 5. Definir o Terça Livre como um site pró-governo é conduta difamatória. O Terça Livre é o maior canal de mídia independente da América Latina e não recebe verba pública, direta ou indiretamente, ao contrário da Rede Globo, da qual faz parte o G1, que recebeu mais de 10 bilhões de reais nos governos passados, como denunciado com a divulgação das planilhas do IAP – Instituto para o Acompanhamento da Publicidade.”

LEIA TAMBÉM: Fact-checking: O Antagonista aumenta e também inventa.

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