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Reprodução Terça Livre

Sucesso do presidente Jair Bolsonaro no Telegram chama a atenção da velha mídia



 

O aplicativo de mensagens instantâneas Telegram está no centro das atenções dos grandes órgãos de imprensa, sobretudo após o canal do presidente Jair Bolsonaro na rede social ter alcançado a marca de 1 milhão de inscritos. A rede social é concorrente direto do WhatsApp e contém menos mecanismos de controle.

Uma matéria veiculada nos últimos dias pelo UOL acusa, fundamentando-se em “fontes internas do Palácio do Planalto”, o presidente da República de estar fazendo campanha antecipada para as próximas eleições, em 2022. Toda a estratégia seria articulada por Carlos Bolsonaro, vereador carioca.

No entanto, a forte adesão ao aplicativo de mensagens se deve, também, às falhas que as redes sociais mais utilizadas e conhecidas apresentaram nos últimos tempos. No início de outubro, por exemplo, houve um apagão nas plataformas Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger, que ficaram fora do ar durante horas. Outra falha semelhante ocorreu há pouco mais de um ano.

Ademais, pipocam denúncias de vazamentos de dados do Facebook, com informações de usuários sendo vendidas até mesmo em fóruns virtuais na dark web. Até mesmo ex-funcionários fizeram denúncias contra a empresa.

Por fim, muitas das pessoas que migram para o Telegram e/ou apoiam personalidades com presença na rede social, como o presidente Jair Bolsonaro, não estão de acordo com práticas ou ideias morais da empresa. Ryan Hartwig, ex-funcionário do Facebook e membro do Projeto Veritas concedeu entrevista para o Terça Livre há alguns dias explicando sobre a política de conteúdos violentos da comunidade.

Para o Facebook, segundo Ryan, o aborto não é considerado uma morte violenta. Por isso, a plataforma não derruba o conteúdo de uma alguém que eventualmente promova a morte de bebês no ventre materno, pois isto não contraria as regras e políticas de moderação de conteúdo na comunidade.

Confira aqui o canal pessoal de Jair Messias Bolsonaro no Telegram.

 

Sobre o Colunista

Italo Toni Bianchi

Ítalo Toni Bianchi, membro do Movimento Conservador, bacharel em teologia pelo Seminário Teológico Batista Nacional Enéas Tognini. Músico percussionista, leitor, preletor e jornalista do portal Terça Livre.

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