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Terça Livre adere ao #SilenceDay; leia o manifesto da ação



Nesta sexta-feira (15) o Terça Livre vai aderir ao “Silence Day”, um protesto contra a censura das Big Techs.

O fundador do Terça Livre Italo Lorenzon confirmou que amanhã a empresa não utilizará redes sociais que promovam a censura.

“Isso significa sem Facebook, sem Twitter, sem Instagram e sem Youtube por 24 horas”, afirmou. “Estaremos com vocês em nossos canais no Telegram”, acrescentou.

Ainda de acordo com Lorenzon, o Silence Day tem objetivos básicos:

  • Chamar a atenção das pessoas para a existência de outras plataformas que NÃO praticam a censura e incentivá-las a utilizar essas plataformas ao menos nesse dia;
  • Boicotar o principal ativo de uma empresa de rede social: o usuário que recebe e visualiza anúncios.

Para mais informações, faça parte do grupo do Silence Day no Telegram, clicando neste link.

Manifesto Silence Day

#SilenceDay – 15/01 – Um protesto contra a censura das Big Techs

Não poste, não clique, não comente, não dê likes.

Há muito, as empresas de tecnologia resolveram adotar políticas de censura nas redes sociais, impedindo a livre expressão. Este movimento vem atingindo uma escala global, ostensiva, jamais imaginada.

Eles não querem banir completamente o dissenso, pois seria fácil simplesmente bloquear de forma permanente os não alinhados. Na esmagadora maioria dos casos, a punição envolve apagar mensagens e ficar um tempo sem acessar a rede em questão. Ou seja, há interesse de controlar o comportamento humano, colocando limites cada vez mais estritos ao debate público.

Por trás disso, há a questão econômica. As Big Techs transformam a sua atenção em receita, através da venda de anúncios. Os clientes das empresas que controlam o fluxo de informações na internet não são os usuários das redes, mas sim os anunciantes. Você é o produto oferecido a tais anunciantes. Não interessa às Big Techs perder seus produtos, ou seja, nós.

Em troca de pequenas doses de dopamina (prazer), gerada por seguidores, likes e comentários, as empresas viciam os produtos (as pessoas) nas suas redes, utilizando a dependência para impor uma agenda política de submissão. Elas não querem que você deixe de usar as redes, mas sim passe a adotar um discurso politicamente correto.

A única ameaça a tais empresas é a revolta dos usuários e abandono das redes. E esse será apenas o primeiro protesto. Na sexta-feira, dia 15 de janeira, não poste, não clique, não comente, não dê likes, especialmente nas grandes redes, como Twitter, Facebook, Instagram, WhatsApp e Youtube. Não gere receita para as Big Techs. Apenas poste #SilenceDay.

Saia da Internet. Leia um livro. “1984”, de George Orwell, ou “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, são boas pedidas para entender o que estamos vivendo. Converse com um amigo. Medite. Fique em silêncio. Faça algo FORA DAS REDES SOCIAIS.

Se não resistir e tiver que usaras redes, busque as alternativas, como Telegram, Parler, Gab, Signal e tantas outras.

#SilenceDay, durante todo o dia 15/01.

Deixe os inimigos da liberdade falando sozinhos, ou mesmo comemorando o nosso silêncio. Somos muitos. Se nos unirmos, somos insuperáveis.

O assunto também está no Boletim da Noite:

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