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Toffoli, sem apresentar provas, diz que Inquérito inconstitucional identificou “financiamento internacional”



O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (22) que o inquérito inconstitucional das “Fake News” identificou um suposto “financiamento internacional” aos investigados.

“Esse inquérito que combate as fake news e atos antidemocráticos, em quebra de sigilos bancários, já identificou financiamento estrangeiro internacional a atores que usam as redes sociais para fazer campanhas contra as instituições, em especial o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional”, disse.

A declaração foi dada em entrevista ao programa Canal Livre, da TV Bandeirantes.

Apesar da afirmação, Toffoli não deu provas de sua acusação.

Com o prazo de ‘validade’ do inquérito a se vencer, o ministro que conduz o caso, Alexandre de Moraes, tenta agora encontrar motivos para dar “aprofundamento desses dados”, segundo o próprio Dias Toffoli.

O ministro disse ainda que foi “autorizado” por Moraes a dar a informação, sem evidências, para a imprensa.

“Está em curso o aprofundamento desses dados de investigação pelo ministro Alexandre de Moraes, o que é gravíssimo. A história do País mostrou a que isso levou no passado, financiamento a grupos radicais, seja de extrema-direita, seja de extrema-esquerda, para criar o caos e desestabilizar a democracia em nosso País.”

É importante lembrar que não existem inquéritos públicos no STF para investigar iniciativas como o Foro de São Paulo – que ainda atuam no país.

“Nós estamos identificando isso, eu não posso dar maiores detalhes, mas é fundamental ir a fundo nessa questão”, continuou Dias Toffoli.

“Há uma organização por trás disso, que ataca inclusive a imprensa tradicional e séria. Temos que estar atentos e o inquérito está em excelentes mãos”, ressaltou.

O inquérito foi aberto no dia 14 de março para investigar “notícias fraudulentas (fake news), denunciações caluniosas, ameaças e infrações revestidas de animus caluniandi, diffamandi ou injuriandi, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal, de seus membros e familiares, extrapolando a liberdade de expressão” e desde lá tem sido usado como instrumento de perseguição a conservadores e pessoas de direita no Brasil.

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