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Tratamento com hidroxicloroquina reduz internações em 7 vezes

George Frey/Reuters


Pesquisa publicada pelo International Journal of Antimicrobial Agents na última segunda-feira (26), aponta que o tratamento precoce de pacientes com dose baixa de hidroxicloroquina, em combinação com zinco e azitromicina, mostrou eficácia no tratamento da covid-19, doença causada pelo vírus chinês.

Seguindo esse tratamento, sete vezes menos pacientes precisaram de internação em comparação com aqueles que não receberam o combo de medicamentoso.

O estudo mostra ainda que a mortalidade também caiu bruscamente. Houve uma morte no grupo que tomou os remédios contra 13 no grupo que não recebeu a medicação.

Além disso, nenhum dos pacientes tratados com a medicação teve efeitos colaterais relacionados ao coração, a principal preocupação dos médicos quando se trata do uso da cloroquina e seus derivados.

6 milhões de caixas de cloroquina 

Desde o começo da pandemia, o governo federal defende que a hidroxicloroquina seja utilizada no tratamento de pacientes infectados pelo vírus chinês e é amplamente criticado por isso. O remédio não teria “eficácia comprovada” pela comunidade científica.

Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (29), o Ministério da Saúde informou que desde o começo da pandemia distribuiu mais de 6 milhões de caixas de cloroquina e hidroxicloroquina  pelos estados e municípios brasileiros.

Do total, 5,8 milhões foram de cloroquina e 289 mil de hidroxicloroquina. Outro medicamento repassado é o Oseltamivir. Foram 17,9 mi.

Em relação ao orçamento, o Ministério já repassou R$29,7 bilhões. Na esfera municipal, foram R$ 19,9 bilhões. Para os estados, R$9,8 bi.

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