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TRT mantém demissão de mulher que recusou vacina

Tony Winston/Agência Brasília


 

O Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) decidiu manter a demissão de uma mulher que se recusou tomar a vacina. Uma auxiliar de limpeza de um hospital infantil foi demitida por justa causa porque não quis receber o imunizante contra a Covid-19 por duas vezes, entre janeiro e fevereiro deste ano. Ainda cabe recurso contra a decisão. 

A auxiliar de limpeza foi demitida após receber uma advertência por, supostamente, ter cometido falta grave ao se recusar tomar a vacina.

No entanto, a profissional alega que o hospital não fez campanhas ou reuniões para orientar os colaboradores sobre a necessidade de receber o imunizante.

Já o hospital diz que disponibilizou a vacina de forma emergencial para servidores que atuam na área da saúde.

Na decisão, o TRT argumentou que a empresa comprovou através de documentos a adoção de um protocolo interno especialmente criado para o combate à pandemia.

O desembargador responsável pela decisão deu destaque à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou a vacinação obrigatória como conduta legítima.

Sobre o Colunista

Italo Toni Bianchi

Ítalo Toni Bianchi, membro do Movimento Conservador, bacharel em teologia pelo Seminário Teológico Batista Nacional Enéas Tognini. Músico percussionista, leitor, preletor e jornalista do portal Terça Livre.

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