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Twitter censura Trump, mas mantém conta de ativista BLM preso por tumulto no Capitólio



O ativista de esquerda que foi preso por participar de motim no Capitólio em 6 de janeiro ainda pode utilizar livremente suas contas no Twitter e no YouTube.

John Sullivan, de 26 anos, foi preso na quinta-feira (14) apontado como uma das pessoas que incitou violência durante as manifestações no Capitólio.

Ele filmou de perto o tiro que matou  Ashli ​​Babbitt e pode ser ouvido incitando os manifestantes à violência. Seus vídeos ainda estão disponíveis no  YouTube e Twitter sob o pseudônimo de “Jayden X”.

O FBI diz que Sullivan entrou no Capitólio através de uma janela quebrada e estava usando um colete à prova de balas e máscara de gás. Já dentro do prédio ele incita os manifestantes: “Temos de queimar essa merda! É a nossa casa, filhos da puta! Vamos tomar essa merda. Fizemos essa merda. Fizemos essa merda”.

Como já noticiou o Terça Livre, os vídeos que Sullivan gravou estão em posse do FBI e mostram ele mesmo incitando violência no prédio. “Vamos! Essa merda é nossa! Foda-se (sic), sim! Conseguimos esta merda! Fizemos isso juntos! Sim, foda-se! Vamos colocar fogo nessa merda!”, incentiva.

A confusão deixou pelo menos cinco pessoas mortas, incluindo a mulher cuja morte Sullivan filmou, e um oficial da Polícia do Capitólio.

Sullivan enfrenta acusações federais de desordem civil, entrada em um prédio restrito e entrada violenta ou conduta desordenada, mas apesar disso, foi libertado sem fiança no fim de semana.

Embora Sullivan seja obrigado por lei a permanecer fora das redes sociais, entregar seu passaporte e permanecer em prisão domiciliar, suas contas nas redes sociais permanecem ativas e acessíveis.

O Twitter gerou grande polêmica no início deste mês com sua decisão de banir o presidente Trump de sua plataforma, citando o risco de “mais incitação” após a violência que atingiu o Capitólio .

O gigante da tecnologia está sendo contestada, no entanto, pelas exceções que abrem para algumas das vozes mais odiosas e perigosas do mundo, como  o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e aqueles pertencentes ao Partido Comunista da China.

As últimas postagens de Sullivan no Twitter se concentram quase exclusivamente nas consequências do caos do Capitólio, uma recente incentivando seus 3.224 seguidores a “causar estragos”.

Segundo Sullivan, ele só compareceu ao protesto inicialmente pacífico para “registrar os momentos” e tentar “compreender” os apoiadores do presidente Donald Trump.

Não é a primeira vez que o “ativismo” de Sullivan lhe traz problemas legais: ele enfrenta acusações sobre os danos criminosos decorrentes de um protesto do Black Lives Matter em Provo, Utah, em junho do ano passado.

Com informações da Fox News

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