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Twitter culpa “bug” por falhas em busca por “The Lincoln Project” após escândalos

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O Twitter, rede social que censura conservadores sob alegação de discurso de ódio, não se responsabilizou pelas falhas de pesquisa pelo termo “The Lincoln Project” após denúncias de assédio sexual contra o cofundador do projeto, John Weaver.

O porta-voz da rede social disse ao Daily Caller que foi um “bug” e que havia sido corrigido na sexta-feira (15/01), mas não explicou por que o erro só começou após circularem as notícias de má conduta do “conservador” crítico de Trump.

Ryan Girdusky foi quem divulgou as denúncias contra Weaver que vários homens lhe confidenciaram. Segundo acusações, Weaver constrangia homens com mensagens inadequadas e chegou a prometer emprego e benefícios no trabalho em troca de favores sexuais.

Weaver, no mesmo dia do comunicado do Twitter, admitiu ter enviado as mensagens inadequadas e pediu desculpas por ter constrangido os homens que o denunciaram. No entanto, o assediador acusou os apoiadores de Trump de terem feito outras acusações como forma de se vingar do Projeto Lincoln.

Mais um exemplo assustador da manipulação de informações está nas traduções do Google, do inglês para o chinês simplificado.
Quando a frase “A china quebra suas promessas” é traduzida para chinês simplificado alguma mágica acontece. Quando o idioma é alterado novamente para o inglês a frase diz “A china mantém suas promessas”. O mesmo acontece se a frase for escrita do português para o chinês simplificado.

Mesmo com todas as provas de censura e manipulação de dados, as Big Techs seguem sem restrição ou resistência judicial.

 

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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Advogado, professor de Direito Constitucional e Eleitoral para concu...

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