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Vacina da Pfizer apresenta 94% de eficácia em teste com 1,2 milhão de pessoas em Israel



A vacina da Pfizer evitou que 94% dos que receberam as doses em Israel tivessem sintomas. A informação foi divulgada na semana passada após a publicação de um grande estudo envolvendo 1,2 milhão de pessoas e que foi revisado especialistas

O experimento ocorreu entre 20 de dezembro e 1º de fevereiro — um período em que a cepa mutante britânica de Covid estava em alta, tornando o desempenho da vacina ainda mais relevante, segundo o Daily Mail.

O artigo publicado no New England Journal of Medicine marca o que se considera a mais recente vitória para Israel, cujo lançamento mundial de vacinas imunizou com a Pfizer a mais de 50% de sua população de 9 milhões e mais de um terço recebeu as duas doses.

O país acabou com as restrições draconianas de bloqueio contra o vírus no início deste mês e começou a reabrir sua economia no último fim de semana com salas de concerto, academias, hotéis e teatros recebendo pessoas que apresentem carteiras de vacina.

O “passe livre” é válido por seis meses a partir do momento da vacinação completa (duas doses) ou para aqueles que se recuperaram da Covid-19 e estão imunes.

Os pesquisadores registraram os resultados nos dias 14-20 após a aplicação da primeira das duas doses e no dia sete após a segunda.

A eficácia contra infecções sintomáticas foi de 57% entre 14-20 dias após a primeira dose, mas subiu para 94% sete dias após a segunda dose — muito perto dos 95% alcançados durante os ensaios clínicos de Fase 3.

As pessoas que receberam a segunda dose também foram altamente protegidas contra hospitalização e morte – embora os números precisos aqui sejam menos significativos e tenham uma variação estatística mais ampla devido ao número relativamente menor de casos.

O estudo também descobriu que as pessoas que receberam a segunda dose tinham uma chance 92% menor de contrair qualquer forma de infecção em comparação com as que não foram vacinadas.

Ainda de acordo com o Daily Mail, embora essa descoberta tenha sido considerada encorajadora, os pesquisadores e especialistas externos disseram que são necessárias mais evidências de confirmação.

Por que o governo brasileiro ainda não fechou contrato com a Pfizer?

O presidente Jair Bolsonaro ainda não fechou contrato com a Pfizer porque a farmacêutica quer que o governo federal assuma quaisquer efeitos colaterais que as doses possam causar.

O governo não aceita o requisito e a farmacêutica não concorda com o governo. Na semana passada, o senador Randolfe Rodrigues do partido Rede chegou a se reunir com a farmacêutica ao lado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para tentar buscar uma suposta solução.

Randolfe chegou a fazer uma emenda à MP da vacina protocolada por Bolsonaro, exigindo que o governo se responsabilizasse pelos efeitos colaterais.

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Esposa, jornalista, tupãense e católica. 23 anos.

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