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Vestígios de uma conspiração: indícios mostram ação da China durante a pandemia, analisa Sepúlveda



O analista político José Carlos Sepúlveda, durante o programa Radar da Mídia desta segunda-feira (10), analisou as ações da China durante a pandemia. Sepúlveda apontou reais vestígios de uma conspiração, por parte do país comunista, para realizar uma guerra dupla, que foi a guerra do 5G.

“A China aproveitou as circunstâncias para fazer uma guerra dupla, que foi a guerra do 5G. Vários países foram chantageados para aceitar a tecnologia do 5G em troca da ajuda da China na situação sanitária que os países estavam vivendo. Depois nós vimos uma outra etapa, da qual no Brasil nós estamos sendo vítimas, que é fazer chantagem do fornecimento ou não de insumos para produzir vacinas”, apontou José Carlos Sepúlveda.

“A China fez isso com o Paraguai, para eles deixarem de apoiar e reconhecer Taiwan, assim fizeram em muitos lugares, no Brasil já ameaçaram várias vezes fazer isso”, completou o analista político.

José Carlos Sepúlveda também comentou o caso divulgado envolvendo o médico da Casa Branca, Dr. Anthony Fauci, sobre seu apoio às pesquisas e sobre o financiamento à National Institutes of Health, que, por sua vez, possui ligação com um laboratório de Wuhan, na China.

Congressistas republicanos estão cobrando explicações do médico e do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para fornecer informações sobre o que seu governo sabe sobre as origens potenciais da Covid-19.

“O Dr. Fauci foi um homem que foi dizendo coisas contraditórias, em uma certa altura ele falou que máscaras não adiantavam, depois duas máscaras eram o ideal, enfim, ele teve essa capacidade também”, apontou o analista político.

José Carlos Sepúlveda também comentou sobre a possibilidade do vírus ter sido criado em laboratório, com a finalidade de uma guerra biológica: “está dito que uma das intenções é levar o inimigo ao colapso do sistema de saúde. É curioso que, se nós observarmos o que aconteceu durante esta pandemia pelo mundo todo, a China, a partir de um certo momento, praticamente no início, começou a fazer uma guerra paralela. Nos países que estavam imersos nesse problema começaram, realmente, alguns sistemas de saúde a entrar em colapso”.

Segundo Sepúlveda, é curioso como “a China estava curiosamente pronta para atender todos esses países com respiradores, com material de proteção, como máscaras, luvas etc. Isso já chama a atenção”.

“Estes são pontos que para mim vão na linha do que diz o artigo, que diz que o coronavírus pode ser uma arma biológica. Se havia uma intenção de fazer uma guerra biológica, podemos notar que existem outras vertentes dessa guerra que a acompanham, isso chama atenção”, completou o analista político, que também lembrou que, “quando a epidemia começou a se espalhar, vários médicos chineses desapareceram, e nunca foi esclarecido pela China onde esses médicos foram parar, se tinham sido mortos, se tinham sido presos, nada. Jornalistas também desapareceram, esse assunto nunca foi esclarecido”, finalizou Sepúlveda.

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Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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